segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Saudade...

"Eu encontrei quando não quis

Mais procurar o meu amor
E quanto levou foi pr'eu merecer
Antes um mês e eu já não sei

E até quem me vê lendo o jornal
Na fila do pão, sabe que eu te encontrei
E ninguém dirá que é tarde demais
Que é tão diferente assim
Do nosso amor a gente é que sabe, pequena

Ah vai!
Me diz o que é o sufoco que eu te mostro alguém
Afim de te acompanhar
E se o caso for de ir à praia eu levo essa casa numa sacola

Eu encontrei e quis duvidar
Tanto clichê deve não ser
Você me falou pr'eu não me preocupar
Ter fé e ver coragem no amor

E só de te ver eu penso em trocar
A minha TV num jeito de te levar
A qualquer lugar que você queira
E ir onde o vento for
Que pra nós dois
Sair de casa já é se aventurar

Ah vai, me diz o que é o sossego
Que eu te mostro alguém afim de te acompanhar
E se o tempo for te levar
Eu sigo essa hora e pego carona pra te acompanhar"

segunda-feira, 23 de novembro de 2009
















O conflito se estende. Ambos continuam fingindo viver numa situação suportável. Não há risos, não há conversa, mas mesmo assim eu os continuo vendo de mãos dadas.

Talvez a minha percepção que seja muita aguçada. Já vi isso acontecer milhares de vezes. Entendo a tentativa de umas das partes de tentar fazer as coisas darem certo, o que eu não entendo é a falta de amor próprio. Carinho não se pede, nem se exige amor nem consideração.

Até quando apostar em cavalos mortos? Até quando! Para mim é inacreditável, inaceitável. Na primeira tentativa, o erro. Na primeira oportunidade, a entrega de todas as armas.

Seja homem. Tenha coragem. Além de mentiroso, você ainda quer fingir que pra você tanto faz?
E faça sozinho. Ninguém mais tem que agir errado porque você agiu.
É nessas horas que vejo como tenho sorte, de ter coragem e ter alguém que me ama de verdade.

domingo, 15 de novembro de 2009

Um pouco mais calma.

Eu sou impulsiva. Eu sou paranóica. Quando eu gosto é mesmo, de verdade.
Numa situação de dúvida, na qual me encontro agora, é no mínimo difícil tomar uma posição.
Estou adorando ter o tempo que precisava pra pensar em mim e no que eu quero.
Mas no mundo onde vivo, se você pode fazer alguém feliz e essa pessoa o mesmo por você, por que não permitir que isso aconteça?
A vida me sufocou. Eu fiquei cega. Esqueci meus ideais, deixei de ser a pessoa legal que eu era, fiz e aceitei coisas que nunca foram do meu feitio.
Eu gosto de agradar, sei compreender. Mas qual é o preço disso? Agora parece que tudo o que eu fiz foi nada, nada. E eu sinto que não é hora de ir embora. Não está certo.

Agora eu estou pensando muito bem em tudo. Essa é a hora de acertar tudo, e tentar de novo, se é pra ser feliz, porque apoiar não é falar alguma coisa, é só estar lá, mas sem esquecer de si.