quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

There will still be you and me.



Estranho o espirito natalino não ter tomado conta de mim ainda. Eu geralmente sou a mais animada, a que mais espera por isso. Deve ser porque certas atitudes ridículas que nunca existiram resolveram 'aparecer ' esse ano. Eu nunca duvidei mesmo que elas existissem. Questão de tempo pra tomar o seu espaço.

O que não faz sentido é querer estragar esse momento pra uma pessoa que o considera tão especial. Ser o dono da verdade, do dinheiro, da casa, e das vontades dos outros, também? Porque a minha vontade agora era de sair gritando na cara desse povo, dizer que não preciso deles, nunca precisei, o que eles me deram não é tão difícil assim de conseguir, e isso em qualquer lugar.

A parte boa é que encontrei coisas que eu não procurava esse ano, pessoas que realmente parecem se alegrar com a minha presença. Dividir coisas simples, porém íntimas, além da certeza de que o amor e afeto dados são muito bem-vindos, são essenciais para um início de esperança brotando pro próximo ano que nem começou ainda. Alguém além de mim acha isso tudo estranho, o clima, o comportamento. Isso significa que eu nem enlouqueci nem estou me fazendo de vítima. As dores sempre vão existir. Eu posso senti-las ou não.

domingo, 14 de dezembro de 2008

Over.



Eu acredito que ninguém pode fingir por muito tempo.
Que é possível odiar a pessoa a quem você devia amor incondicional.
Que no mundo, tudo o que é ruim sempre vai querer seguir você.

Fingir ser forte é ser ainda mais propenso à sofrer.
Se dar bem, é procurar que as pessoas te julguem, te xinguem, te odeiem.

Eu cansei disso tudo, de comparações, obrigações, falsidades.

Não é você que vai conseguir me governar. Por fora eu sou estúpida, frágil e covarde
Mas você não tem noção do que está acontecendo dentro de mim.

Continuar persistindo é uma piada, porque eu não tenho sorte, eu posso contar as pessoas
com quem eu posso contar.

Nada saiu como planejei. Foi a única vez que eu tinha feito algo do jeito que eu queria. Mas a sorte me fez perder.

Eu odeio ter esperanças.
Eu odeio o mundo.
E gente que acha saber o que é melhor pra mim.
Eu odeio meu passado e minhas lembranças
Objetivos, sonhos, futuro
Isso é patético
Já que o que eu precisava de verdade nunca quis existir pra mim.

Eu cansei de tentar. Também cansei de fugir.


quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

I never lost control!



Mau humor. Péssimo humor. Ira. Raiva. Definição do meu 'estado de espírito' hoje. Não to pra ninguém. E a melhor parte é que o dia de hoje está exatamente igual a todos os outros. Mas talvez seja por isso que estou me sentindo assim. A monotonia está por todos os lados, entrando pela janela, por debaixo da porta. E se eu tentar me esconder, embrulhar os pés e a cabeça, ela vai me encontrar. Ela sempre sabe onde me encontrar.

Aliás, todo mundo sabe. E isso é chato. Eu não tenho nada de novo pra contar, todas as idéias são idéias que eu já tive antes, todos os planos, eu fiz mesmo antes de acordar.

Apesar de reclamar tanto das minhas insônias, tenho que reconhecer que os meus melhores pensamentos acontecem quando eu estou dormindo. Eu escrevo coisas ótimas, faço coisas incríveis, e quando acordo, sou a mesma pessoa sem sal de todos os monótonos dias.

De forma alguma estou fazendo o que idealizava aqui ou em qualquer outro lugar. O ânimo já foi riscado há muito tempo da minha lista de obrigações.

Eu nunca tive paciência. Mas estou tendo bastante ultimamente, pra pelo menos tentar imaginar que algo vai me fazer mudar de idéia. Algo vai ter que me motivar.

Todo mundo é hipócrita. Eu sou o dobro. Se assumir já ajuda.

ps: acho que estou enlouquecendo.