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domingo, 12 de abril de 2009

9:55













As vezes eu sou de vidro. Qualquer toque de mal jeito me fragiliza, a menor queda pode me fazer em mil pedaços...E ser assim não é difícil só pra mim, mas pra quem vive perto de mim também. É como se um gesto só pudesse destruir toda a beleza do que se construiu tão arduamente, com tanto suor, paixão, lágrima.

O pior é que é quase impossível saber o que eu acho bom e ruim. E isso me deixa agonizando, e eu corro por todos os lados pra ver se alguém consegue ver a minha angústia. E nesse desespero, eu não vejo mais o que faço. Acabo tropeçando nas promessas que espero dos outros, sem ao menos ter parado pra ver o que EU ESTOU FAZENDO DISSO TUDO.

Eu venho aqui desabafar. Mas será que algum de vocês consegue entender o que estou querendo dizer? Ou vocês só escutam e comparam as minhas idéias com as suas idéias, e os meu problemas com os seus problemas.

Ninguém consegue entender porque eu me sinto tão diferente assim. Eu não consigo entender porque me sinto tão diferente assim. É um conflito da minha mente com o meu coração. Mas eu ainda tenho onde me abrigar.




As vezes dá vontade de sair por aí e nunca mais me encontrar.


Nat, eu também sinto muito a sua falta.
Lis, não me esqueci de você.
Dani, penso em você todos os dias.No Nat também.
Jack, pra onde você foi?
E os meus meninos, cadê?

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Isso deve ser o mundo real.




















É incontestável o fato de que o senso de responsabilidade muda completamente a vida das pessoas. O pensamento, os planos, as idéias. Vira tudo de cabeça pra baixo. Em meio às coisas que já conhecemos e aquelas que ainda estão sendo assimiladas pelas nossas mentes, fica uma insegurança, um medo de estar fazendo as coisas do jeito errado.

O julgamento precipitado piora tudo. O orgulho também. Entre estar certo e as pessoas acreditarem em você existe um mundo. Entre deixar as coisas acontecerem e querer resolver tudo sozinho, há um mundo também.

Eu era uma pessoa bem certa quanto à algumas opiniões. Mas agora não sou mais. É como se a mente de outra pessoa tivesse tomado conta da minha, conflitando meus princípios e a minha ética. Um estilo de vida ideal agora parece realmente longe. Chegar a isso então, nem se fala.

Quero dizer tantas as coisas ao mesmo tempo que agora me falta coerência. Mesmo assim, consegui me explicar. É isso mesmo que estou sentindo agora: estou confusa. Tudo parece pouco e demais. Um misto de raiva e consideração. Coragem e desanimo. Isso deve ser o mundo real.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

New sensations


Sabe quando as sensações mudam de repente, e se tem medo de que a mente não volte a ser o que era antes?Passei por isso hoje. Foi bem estranho.

Se eu fosse contar as vezes que me preocupei com coisas que estavam fora do meu alcance, eu não viveria mais. Eu só contaria. É extremamente inacreditável que eu tenha, enfim, me livrado dessa mania de querer estar 'zerada', sem problema nenhum.

Esta noite sonhei com uma pessoa com quem não falo há algum tempo, mas acontecia algo de tão bom na sua vida, que me permiti lhe desejar o bem também, já que ela não espera isso de mim.

Voltando ao assunto... Foi diferente mesmo. Eu senti uma coisa estranha, e até agora estou me sentindo assim, como seu meus sentidos tivessem sido tapeados, e minha cabeça doeu, e eu não consegui parar de prestar atenção no silêncio que me assaltou.

É como se eu soubesse que estou construindo alguma coisa para mim, mas não para agora. É isso. Deve ser por aí. Eu queria conseguir dormir pra me concentrar.